Mabrian e Interamerican selam acordo para fornecer análise de dados | Tecnologia e Turismo

Para oferecer serviços de análise de dados para empresas do Turismo na América Latina, a agência de comunicação Interamerican Network e a especialista em big data Mabrian Technologies selaram um acordo. A aliança foi formada para promover o uso de informações estratégicas para a tomada de decisões.

Diretor de Operações da Mabrian, Àlex Villeyra comenta o acordo: «Essa parceria não apenas nos ajudará a expandir nossa presença de marca na região, mas também destacará nosso compromisso com as informações, o que levará a uma tomada de decisão mais eficiente no setor».

A importância do serviço também é destacada pela CEO da Interamerican Network, Danielle Roman. Para a executiva, o momento pelo qual a indústria passa torna o serviço ainda mais relevante. «Estamos muito felizes em começar a trabalhar lado a lado com a Mabrian, promovendo sua chegada às empresas e destinos turísticos da América Latina. É uma solução que permite acesso total a informações de grande importância, neste momento sem precedentes que vivemos, que gera novas tendências em constante mudança para destinos e para o setor de turismo», afirma.

Os executivos ressaltam que, com o sistema, é possível complementar os métodos de investigação de mercado tradicionais, limitados em termos de coleta de dados (pesquisas, estatísticas históricas etc.), com informações representativas e precisas em tempo real que ajudam a tornar os investimentos lucrativos.

Coletados pela Mabrian, tais dados serão compartilhadas por meio de seus boletins semanais da Interamerican Network. Chamados «Weekly Trends», os relatórios terão distribuição gratuita para um mailing selecionado.

COLETA DE DADOS

A plataforma utilizada no acordo observa e registra o comportamento dos visitantes e visitantes em potencial durante todo o ciclo, desde o momento inspirador da viagem, passando pela busca e comparação de preços, até seu padrão de reserva, comportamento e gastos no destino. O ciclo completa 360º analisando o sentimento e a satisfação demonstrada pelos usuários na experiência. Para isso, eles analisam dados globais de várias fontes: redes sociais, horários, reservas e preços de voos e hotéis, gastos com destinos etc.

Esse conjunto de dados é ordenado e faz sentido graças às técnicas de Inteligência Artificial e Machine Learning, e elas são apresentadas em um ambiente simples na nuvem para acessar diretamente informações relevantes em todos os momentos. Seus algoritmos foram reconhecidos pelo Centro de Promoção e Desenvolvimento Tecnológico e Industrial (CDTI) do Ministério da Economia, Indústria e Competitividade do Governo da Espanha, bem como pelo prêmio de melhor ferramenta de Marketing e Vendas nos Smart Destinations Awards, na Fitur 2018.

Leia mais na fonte: Parceria oferece serviço de análise dados tecnológicos | Tecnologia e Turismo

Turismo Rural Argentina – Coronavirus: Recomendaciones para la futura reactivación

TURISMO RURAL. OPORTUNIDADES ANTE UN ESCENARIO DE PREOCUPACIÓN E INCERTIDUMBRE

1 . Con el objetivo de poner en escena un tema que viene siendo nombrado reiteradamente, como espacio interdisciplinario nos proponemos llegar con más certeza al panorama en torno al turismo rural. Entendemos que la ruralidad se trata de un espacio que no sólo produce alimentos, también sostiene el paisaje cultural, sus tradiciones, la arquitectura, la naturaleza, los saberes y una población con deseos de quedarse. suposiciones aún, el futuro a corto plazo va a ser muy diferente:

Apliar en el documento PREVENCION DEL COVID-19- TURISMO RURAL

ODS 11.Turismo y transporte: orientaciones de la Comisión Europea sobre cómo reanudar con seguridad los viajes y lanzar la Agenda Europea de Turismo Sostenible | Corresponsables.com España

La Comisión Europea presentó un paquete de orientaciones y recomendaciones para ayudar a los Estados miembros a retirar gradualmente las restricciones aplicables a los viajes y permitir que las empresas relacionadas con el turismo vuelvan a abrir, tras meses de confinamiento, respetando las precauciones sanitarias necesarias. Además, anunció una convención europea de turismo, a fin de reflexionar, junto con las instituciones de la Unión, el sector, las regiones y ciudades y las partes interesadas, sobre el turismo europeo del futuro, y juntos empezar a elaborar una hoja de ruta para 2050, hacia un ecosistema turístico europeo sostenible, innovador y resiliente (Agenda Europea de Turismo Sostenible).

Las orientaciones de la Comisión tienen por objeto ofrecer a las personas la oportunidad de obtener los períodos de descanso, relajación y aire libre que tanto necesitan.

El paquete también tiene por objeto ayudar al sector turístico de la UE a recuperarse de la pandemia dando apoyo a las empresas y garantizando que Europa siga siendo el principal destino para los visitantes.

El paquete de medidas en materia de turismo y transporte de la Comisión incluye lo siguiente:

  • Una estrategia general para la recuperación en 2020 y años posteriores.
  • Un enfoque común para restaurar la libre circulación y suprimir las restricciones en las fronteras internas de la UE de forma gradual y coordinada.
  • Un marco para apoyar el restablecimiento gradual del transporte, garantizando la seguridad de los pasajeros y del personal.
  • Una recomendación que tiene por objeto lograr que los consumidores consideren los bonos de viaje como una alternativa atractiva al reembolso en efectivo.
  • Criterios para el restablecimiento de las actividades turísticas de forma segura y progresiva, y para el desarrollo de protocolos sanitarios en establecimientos de hostelería, como los hoteles.

Para turistas y viajeros

La Comisión busca ofrecer a la población capacidad, confianza y seguridad para viajar de nuevo, con las siguientes medidas:

  • Restaurar la libertad de circulación y suprimir los controles en las fronteras internas de forma segura:

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Italian Exhibition Group apresenta o #safebusiness com protocolos para que eventos reabram com segurança na Itália | Portal Radar

O Italian Exhibition Group (IEG), organizador de feiras e eventos da Itália, apresentou o #safebusiness, projeto que traz uma gama de protocolos elaborados em conjunto com empresas de equipamentos e catering, técnicos e associações para garantir a reabertura com segurança dos eventos.

O projeto é bem completo e foca em todas as fases da experiência da feira e da conferência. “Nosso objetivo é fornecer uma resposta completa e confiável para nossos clientes e o público internacional que agora, mais do que nunca, está nos pedindo para poder contar com o recomeço de feiras e conferências. Fizemos isso de acordo com os regulamentos e documentos de saúde anti-Covid-19, elaborados pela AEFI, FEDERCONGRESSI, UFI e EMECA”, explica Corrado Peraboni, CEO do IEG

São mais de cinquenta diretrizes com um rigoroso protocolo regulatório e organizacional:

A-) Antes da realização da feira

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Turismo de Portugal cria Selo “Estabelecimento Clean & Safe” para as empresas do Turismo

Turismo de Portugal irá reconhecer as empresas do setor do Turismo que cumpram as recomendações da Direção-Geral da Saúde para evitar a contaminação dos espaços com o SARS-CoV-2 (novo coronavírus).
Os Empreendimentos Turísticos, as empresas de Animação Turística e as Agências de Viagens e Turismo que pretendam obter o selo “Estabelecimento Clean & Safe” deverão cumprir o conjunto de disposições presentes na Declaração de Compromisso que estará disponível nas plataformas digitais do Turismo de Portugal relativas ao registo das empresas turísticas: Registo Nacional de Empresas Turísticas (RNET), Registo Nacional de Animação Turística (RNAT) ou Registo Nacional Agências de Viagens e Turismo (RNAVT).
Só depois de submetida nas plataformas atrás referidas a Declaração de Compromisso por parte das empresas, é que estas ficam com a possibilidade de utilizar o Selo em causa, seja nas suas instalações físicas, seja nos canais e plataformas de divulgação e venda.
O Selo atribuído a cada em​​​​​​​​​presa estará associada ao seu número de Registo RNETRNAA​T ou RNAVT​.
O Turismo de Portugal, em coordenação com as entidades competentes, irá realizar auditorias aleatórias aos estabelecimentos aderentes.
Esta medida, articulada com a Confederação do Turismo de Portugal (CTP) e com contributos de outras associações do setor, procura sensibilizar os empreendimentos para os procedimentos mínimos a adotar e incentivar a retoma do setor do turismo a nível nacional e internacional, reforçando a confiança de todos no destino Portugal e nos seus recursos turísticos.​​​​​​​​
Em breve empresas de outras áreas de atividade irão poder aceder a este selo através do Balcão do Empreendedor (ePortugal.gov.pt).​​
Consulte as FAQ sobre o Selo «Estabelecimento Clean & Safe» [DOC] [PDF]

Ministerio de Industria, Comercio y Turismo – Guías para la reducción del contagio por el coronavirus en el sector turístico

Medidas para la reducción del contagio por el coronavirus

La Secretaría de Estado de Turismo en coordinación con el Ministerio de Sanidad ha elaborado las guías de especificaciones para la reducción del contagio por el coronavirus SARS-COV-2. Las guías contienen especificaciones de servicio, limpieza y desinfección, mantenimiento y gestión del riesgo para los diferentes subsectores del sector turístico.

En su elaboración han participado las Comunidades Autónomas, Federación Española de Municipios y Provincias (FEMP), los agentes sociales, las asociaciones de cada subsector, expertos participantes en los grupos de trabajo y la Asociación Española de Servicios de Prevención Laboral (AESPLA), coordinados por el Instituto de Calidad Turística, entidad a la que la Secretaría de Estado de Turismo ha encomendado esta labor.

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La OMT trabaja en un pasaporte sanitario digital con blockchain | Blockchain al servicio del sector turístico

La Organización Mundial del Turismo (OMT) ha convocado el evento Healing Solutions Challenge para que los emprendedores presentaran sus soluciones tecnológicas para contribuir a reducir el impacto del coronavirus y ayudar a la recuperación del turismo en el mundo, dentro de su plan en tres pasos contra la crisis, según publicó HOSTELTUR noticias de turismo. Entre las presentadas se encuentra la aplicación hi+Card, a iniciativa de Air Institute y Tourism Data Driven Solutions (TDDS), que busca convertirse en …

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Turismo rural: primeros indicios de recuperación | Hoteles y Alojamientos

ESPAÑA: NOTICIAS DE TURISMO

Aumento del 122% en las pre-reservas de los alojamientos rurales tras el anuncio de la desescalada 9 MAYO, 2020

El portal EscapadaRural.com ha registrado (desde el 29 de abril hasta el 5 de mayo) un aumento del 122% en las pre-reservas de los alojamientos que se anuncian en el portal, coincidiendo con el anuncio de las fases de la desescalada. «Estos resultados apuntan a unos primeros indicios de recuperación en el turismo rural», explica la empresa.

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Pensando con esperanza el turismo en Perú después de la pandemia del Covid-19

PENSANDO EL TURISMO PERU FERNANDO VERAPor Fernando Vera


Conciencia y realidad. La ilusión no es negar la realidad, es afrontarla y transformarla a favor de la gente y su futuro con gestión, compromiso e innovación.

Las realidades en el sector turismo pueden variar en pocos kilómetros. Cada espacio constituye una realidad distinta y su problemática puede ser muy específica como para aplicar medidas genéricas. Lejos de repetir algo que es sabido (que el turismo es uno de los sectores más golpeados) y emitir recetas únicas o generales, lo que debemos hacer es ponernos a revisar, analizar y exponer aspectos que puedan resultar importantes  para que el sector turismo y las autoridades, en cada una de estas realidades, tomen mejores decisiones y gestionen planes que puedan alcanzar a mas actores de las diversas cadenas de valor del turismo, más allá de medidas tributarias, subsidiarias o de flexibilidad de disposición de ahorros.

Dos crisis, un sector. Somos causa y consecuencia, seremos miedo e ilusión, volveremos a ser pero ya no como antes sino mejores que antes.

En principio es importante distinguir que se trata de dos crisis; una crisis sanitaria como causa y una crisis económica como efecto.  En la crisis sanitaria el turismo es parte del problema como vehículo difusor de la pandemia. Basta revisar las cifras de países emisores y receptores, o las distribución de flujos por continentes, y compararlas con los focos de la pandemia, número de infectados y rutas de expansión para que esta aseveración no suene antojadiza o exagerada. En esta primera crisis será importante trabajar sobre la percepción e imagen que tendrá el turismo cuando todo haya vuelto a la calma. Si antes de esta pandemia ya en algunos destinos los ciudadanos anfitrionescuestionaban al turismo, seguramente ese fenómeno se va a acrecentar, más aun cuando hemos visto que la ausencia de grandes flujos ha tenido impactos ambientales positivos y nos hemos dado cuenta que la calma es buena.

En el caso de la crisis económica el turismo es más bien una víctima pues la afectación que tiene el coronavirus sobre nuestros clientes tanto a nivel sanitario como económico reduce las posibilidades de tenerlos en nuestros países, localidades y negocios. Debemos prever que segmentos importantes de mercado como los adultos mayores, sobre todo europeos y norteamericanos, van a disminuir por defunciones, afecciones posteriores de salud o por precaución en meses o años subsiguientes, sobre todo en desplazamientos a destinos longhaul como Perú. Por otro lado, los segmentos más jóvenes, que suelen viajar de manera exploratoria a países como el nuestro, van a contar con menos tiempo y menos recursos, prefiriendo posiblemente destinos más cercanos en África del norte para el caso europeo o en Centro América para el caso norteamericano.

Colaboremos con la reputación global del Perú. Estamos ante la posibilidad histórica de ser referentes mundial, de tener reputación y  los ojos y oídos del mundo leyendo incluso por primera vez “Perú”. Esto no es chamullo como el retorno mediático del Dakar, aquí si nos verá el mundo entero.

La reactivación económica inicial sin embargo también traerá viajeros de inversiones o negocios, repatriados o migraciones de corta duración según la reputación global que logremos al final de esta situación. Hay quienes no se verán muy afectados  a nivel sanitario ni económico y que volverán a viajar casi inmediatamente se levanten las alertas,incluso aprovechando los precios que se estima podrían ser menores a lo habitual con afán de atraer más viajeros.  En este sentido es menester de nuestras autoridades efectuar un análisis más profundo de aquellos países emisores donde existan más potenciales viajeros esperando el fin de la pandemia y con ganas de viajar a destinos que tengan mejor reputación en el manejo de la crisis que brinden condiciones de seguridad sanitaria y social. Es también importante efectuar análisis de impacto mercado por mercado y que las proyecciones de cifras sean específicas para que el empresariado y los gobiernos subnacionales tengan guías claras para mover sus estrategias en apoyo a las del gobierno nacional.

Muy al margen de mirar con esperanza la reactivación del turismo a nivel receptivo, es importante ayudar a que el país tenga esa reputación que nos servirá a nivel internacional para generar confianza y poder ser de los primeros destinos elegidos por viajeros pioneros post pandemia. Que nos vaya bien como país no solo nos servirá como reputación externa, sino que también permitirá que las condiciones socioeconómicas internas sean saludables y podamos, a través del turismo interno, generar movimiento económico y brindar salud mental y  reparación afectiva a miles de peruanos para quienes la cuarentena, y las medidas extremas, significaron estar alejados de familia, posponer viajes o la privación de placeres o satisfacciones habituales que encuentran a través de los viajes.

Viajes y experiencias para peruanos.Turismo interno y la oportunidad de alianzas empresariales innovadoras.

Ante lo expresado anteriormente es importante que nuestras autoridades efectúen una clasificación de destinos de acuerdo a su geoposición respecto a la demanda interna y sus posibilidades de captación natural de viajeros. Por ejemplo aquellos destinos cercanos a Lima o a ciudades grandes, con poblaciones entre 300 mil y 1 millón de personas y con mejor acceso terrestre, es probable que se reactiven mucho más rápido  que aquellos más distantes que dependen del acceso aéreo con menos frecuencias de vuelo. Para encausar de manera adecuada los flujos y propiciar viajes es importante saber que así como a la mayoría le pudo haber afectado económicamente  la “cuarentena” hay también un segmento grande de peruanos que vieron en ella la posibilidad del ahorro. Ese ahorro pasada la emergencia quizás esté disponible para buscar liberación del estrés o reencuentro con seres queridos.Aquí nace una oportunidad para las empresas que solían vender solo receptivo (y muchas veces desdeñar al viajero peruano) y que podrían elegir entre atender segmentos con perfiles adecuados a sus preferencias empresariales. La otra opción para esas empresas es seguir esperando que el receptivo se reactive paulatinamente luchando entre más empresas por un número menor de viajeros. Las empresas que se dedican a vender egresivo también tienen una oportunidad empezar a vender experiencias peruanas que tengan valor capaz de sustituir viajes al exterior. Esto mientras la reputación de los destinos más vendidos se recupera y el peruano retoma sus viajes al extranjero por vacaciones. Quizás alianzas entre las receptivas que pueden operar experiencias fabulosas y egresivas que tienen al cliente peruano cautivo puedan resultar beneficiosas para ambas en estos momentos. Esto más peso cuando vemos el margen amplio de opciones entre la oferta actual (convencional y malbaratada) para el grueso del turismo interno y la oferta más diversa que se le ofrece al receptivo y que hoy no se podrá comercializar a los niveles esperados. Un ajuste de precios o incremento de valor de la experiencia debe ser evaluado tomando en cuenta que quizás resignar márgenes pueda ayudarnos a subsistir y seguir operando mientras esperamos la normalización de nuestro mercado habitual sea este el emisivo o el receptivo.

Viajar para crecer. Turismo interno nacional e intrarregional. De Lima y otras grandes ciudades a las regiones y de las capitales regionales a las provincias. Descentralización económica, bienestar y educación a través del turismo.

La post pandemia será mejor en nuestro país gracias a las condiciones de estabilidad de económica -a las que deberíamos colaborar con nuestra disciplina social para incrementar el éxito- y nos podría traer una oportunidad brillante de bienestar social y reactivación económica de manera conjunta. Si uno pregunta en Lima, Arequipa, Trujillo, Cusco u otras ciudades con centros históricos y alrededores llenos de atractivos, cuántos de sus habitantes conocen o han visitado estos espacios o lugares, la respuesta contundente será que son muy pocos ciudadanos que han tenido posibilidad de hacerlo. Lo mismo sucede con espacios naturales de alrededores de ciudades con poblaciones considerables. Preguntar cuántos arequipeños (de la ciudad) conocen el Colca, cuántos chiclayanos conocen Chaparrí o quizás cuántos trujillanos conocen Calipuy son indagaciones importantes para darnos cuenta que lejos de esperar la venida de Australianos o Suizos lo que necesitamos y disponemos al breve plazo es provocar a nuestros paisanos a conocer su tierra, a redescubrirla o mostrársela a sus hijos.

Las autoridades regionales y locales, quizás con lineamientos e insumos de investigación del gobierno nacional, deben crear programas para promover que los habitantes de las grandes ciudades fluyan prontamente consumiendo experiencias en los centros históricos o zonas aledañas como valles o espacios naturales importantes. Existe un referente en el trabajo reciente de la Municipalidad de Lima que ha venido trabajando en los últimos meses recorridos guiados enfocados en atender a los propios limeños. Si logramos que por lo menos 12 ciudades lo repliquen o potencien sus propias iniciativas, podríamos generar dinámicas económicas importantes tomando consideraciones de inversión o subvención parcial de algunos servicios como el guiado que podría ser asumido por los gobiernos locales en acuerdo con las asociaciones de guías oficiales, ayudando de esta forma además a cientos de profesionales independientes que no podrán generar ingresos de manera tan rápida por la falta de turismo receptivo principalmente. Otras medidas importantes de subsidios podría ser replicar de maneras coordinada y frecuente la buena práctica del Ministerio de Cultura de liberar el ingreso a los museos o sitios arqueológicos, tomando en cuenta que más allá de generar ingresos hay una misión superior que es generar educación y cultura en nuestros conciudadanos y esta es la gran oportunidad.

Para el caso de promover visitas a espacios dentro de los territorios regionales es importante que las autoridades (públicas y privadas por cierto) generen condiciones en las provincias, en alianza con los municipios los cuales deberán financiar la función turismo (hoy misia y olvidada) con mecanismos ligados a la declaratoria de emergencia. Para este fin se debe contar con asistencia técnica del gobierno nacional. Aquí sería importante evaluar la posibilidad de subvencionar en forma parcial y por tiempo limitado el transporte dentro de la región, poniendo condicionantes de consumo en pernoctaciones que aseguren gasto en destino por ejemplo. Todo esto depende sin embargo de análisis serio de la relación costo-beneficio que puede ser bastante disímil dependiendo del contexto y la región. Es importante señalar que el gobierno nacional tuvo hace algunos años  una herramienta útil (perfectible por cierto) llamada “De Mi Tierra, Un Producto” que estaba destinada a generar flujos internos desde ciudades de más de 120 mil personas a pueblos cercanos con condiciones mínimas para satisfacer experiencias turísticas de conciudadanos. Quizás a tres años de la desactivación de “DMTUP” es hora de lanzar la estrategia “Pueblos Turísticos” (Sic) que fue la promesa de reemplazo potenciado. Esta versión mejorada es vital pero con un campo de acción que le dé sentido y aluda a su nombre a través del empadronamiento de todos  aquellos pueblos con condiciones más allá de ser solamente artesanales, patrimoniales o históricos con el fin de empezar campañas de promoción interna que abarquen a todos los pueblos con condiciones de recibir turistas regionales y satisfacer sus necesidades partiendo por lo más básico; la recreación. Las regiones con Plan Estratégico Regional de Turismo PERTUR ya cuentan con información de priorización que hará más fácil la tarea. Las DIRCETUR deberían por ende enfocarse en ello de manera inmediata dejando en manos de las Municipalidades Provinciales (de las capitales departamentales) la labor de reactivación del turismo en las ciudades más importantes.

Es importante en este afán de descentralización económica y experiencias que trasciendan y contribuyan con la educación de los peruanos se tome en consideración a todas aquellas experiencias turísticas gestionadas por comunidades. Promover estas experiencias y generar estímulos para su comercialización debe ser una de las prioridades. Sin embargo esto se debe trabajar en el contexto de los Destinos y en articulación con el empresariado y autoridades regionales para no generar islas ni propuesta alternas que queden relegadas de la oferta prioritaria de los destinos. Necesitamos entender que no se trata de algo alternativo sino más bien complementario que le da un valor agregado enorme a nuestra oferta.

Liderazgo e institucionalidad. Fortalecimiento de los sectores público y privado a nivel nacional. Descentralización real de la agenda y lucha contra la corrupción.

Este tiempo de pausa y de reactivación, de declaratoria de emergencia y visualización de realidades crudas a todo nivel, nos debería llevar a trabajar en el fortalecimiento de la institucionalidad para tener un sector más fuerte y con respuestas más rápidas a crisis como las que hoy afrontamos. Este trabajo se debe efectuar desde las bases, incluso desde el propio viceministerio de turismo y los gobiernos regionales. Hoy todos claman al Mincetur como mediador de “papá gobierno” y se disparan propuestas inmediatistas con desesperación. Se buscan soluciones inmediatas a cosas que venimos arrastrando años sin que nadie haya dicho nada antes. Hay quienes incluso  “bypassean” al MINCETUR y se dirigen directamente al presidente Vizcarra cuando con quien deberían conversar y arreglar los asuntos sectoriales es con el ministro Vásquez pues para eso existen los ministros. Este tipo de actitudes demuestran la fragilidad institucional del sector turismo, la necesidad de protagonizar antes de buscar soluciones colegiadas, amplias y provechosas más allá del aplauso o la aparición mediática. Otro indicador de la poca institucionalidad existente es que muchos grupos de actores no ven en los representantes gremiales portavoces de sus posiciones o necesidades, intentando por su cuenta efectuar propias gestiones. Vale decir, todos los actores de los diversos niveles y condiciones no tienen representación en este momento de crisis y mucho menos confluencias de propuestas colegiadas con interlocutores únicos ante el Estado.

Estamos en tiempos donde ser útil es mejor que ser importante, ojalá lo entiendan los liderazgos gremiales y aprovechen esta crisis para poner las barbas en remojo, analizar su real representatividad y empezar la construcción, asistida por el Estado, de una verdadera institucionalidad del sector. Quizás sea momento de financiar procesos de fortalecimiento institucional del sector público y privado porque no es posible tener DIRCETURES con presupuesto operativo de 50 mil soles anuales, o Gremios que funcionen en la oficina del presidente de turno.

Financiar este fortalecimiento institucional podría darse tomando el 10% del fondo de promoción y desarrollo que hoy va a PROMPERÚ y Plan COPESCO Nacional. Con toda seguridad ese pequeño porcentaje invertido fortaleciendo instituciones tendría más impacto para el futuro que una obra de malecón que se caiga o una plaza de armas  que se inunde, o quizás tenga mejor retorno de inversión que un video de un cantante para atraer turistas que nunca llegan. Otra posibilidad es generar un impuesto a los juegos de apuestas electrónicas que hasta la fecha no están regulados, con ello se podría financiar no solamente proyectos de fortalecimiento institucional que incluya pasantías y giras de benchmarking para empresarios y funcionarios de todo el Perú, sino también compartirlo con el IPD para promover el deporte ya que la gran mayoría de apuestas son deportivas. El MINCETUR tiene una gran experiencia en temas regulatorios de los juegos de casino y máquinas tragamonedas, esto podría ser algo sencillo si se encuentra aliados en el legislativo que sean capaces de recaudar los votos suficientes para librar las batallas que en este tipo de casos oponen los afectados. Que el debut populista del nuevo y breve legislativo le sirva realmente al país, es ahora o nunca.

Formalidad, empresariado y empleo. Atención de diversidad de empresas del sector y de profesionales independientes privilegiando únicamente su aporte real y su formalidad no solo tributaria sino también en generación de empleo.

Finalmente es importante considerar que las medidas ya adoptadas por el gobierno nacional para aliviar la crisis en el sector turismo deben distinguir preferentemente a aquellas empresas que se encuentran en fases de inicio de operaciones, recuperación de capital o en expansión con reinversión. Debe llamarnos a reflexión también el hecho que muchas empresas que llevan años de operación y que son líderes en el mercado se declaren afectadas a tan solo un mes de suspensión de actividades, con el agravante que sus trabajadores terminen afectados o terminen buscando subsidios o medidas del gobierno inclusive con atención por encima de otros subsectores dentro del turismo que realmente lo necesitan. Quizás sea necesario y pertinente aprovechar el momento para pedirle al Ministerio de Trabajo y Promoción del Empleo MTPE un estudio serio sobre empleabilidad en el sector turismo, que nos permita saber cifras importantes como sueldos promedio, niveles de subempleo, desempleo o condiciones de trabajo. Esto quizás sirva para en una próxima crisis sepamos que subsectores del turismo merecen y requieren atención con medidas de subsidio o atención preferente. En esta misma línea, en Ministerio de Educación podría realizar un estudio sobre la oferta y demanda en la educación superior enfocada al turismo, y contrastar estos datos con el estudio del MTPE sobre empleo pues con ambos estudios podríamos dar muestras claras de reorientación de la oferta educativa y ver, posiblemente, las verdaderas causas de la informalidad y la precariedad en el empleo que hoy nos llevan a pedir auxilio ante la crisis, basta ver la realidad de los guías oficiales de turismo para intuir que la sobre oferta de profesionales y empresas operadoras nos dan condiciones precarias de empleo e incapacidad de generar ahorro. Ya que cerramos hablando de informalidad, quizás esta crisis resulte la aliada más efectiva de la Estrategia Turismo Seguro para acabar con las empresas informales, pero también podría convertirse en su peor enemiga si no tomamos acciones más allá de las tributarias y de subvención que han sido anunciadas,con un grave riesgo de tener un resurgir de la informalidad pero esta vez al estilo pandemia.

Interface Tourism Italy, portavoz de las principales tendencias del mercado gracias a Mabrian Technologies – Big Data for Travel Intelligence

Milán, 31 de marzo de 2020: a partir de marzo, Interface Tourism Italy,  agencia de comunicación y marketing milanesa especializada en el sector de viajes y especializada en turismo “lifestyle”,  cuyo objetivo es  identificar las tendencias más actualizadas del sector en el mercado italiano, contará con el soporte de  Mabrian Technologies, la plataforma de referencia en el análisis de Big Data turístico. Una sinergia virtuosa diseñada, por un lado, para comprender mejor las dinámicas del mercado y las motivaciones y preferencias turísticas, y por otro, para dar voz a Mabrian y sus valiosas aportaciones sobre el segmento de viajes a todos los medios italianos.

La agencia, que  forma parte del grupo Interface Tourism Group, con oficinas en Milán, Francia, España y los Países Bajos y que este año celebra 20 años de actividad en el sector de Viajes, Ocio y Estilo de Vida, ha firmado una acuerdo que le dará acceso al contenido de la plataforma de Inteligencia Turística de Mabrian y le dará visibilidad en el mercado italiano. Además, basándose en esto último, perfeccionará sus habilidades consultivas y estratégicas hacia los destinos extranjeros representados, tanto en términos de percepciones, como de hábitos de viaje. Éstas son sólo algunas de las ventajas que ofrece Mabrian, una plataforma de Inteligencia Turística capaz de comprender las dinámicas del turismo a través del análisis cruzado de Big Data de diferentes fuentes: desde redes sociales, foros de opinión, hasta precios de hoteles y vuelos, búsquedas y reservas de vuelos, incluso la dinámica de gasto de los visitantes en el destino.

«Interface Tourism Group siempre ha tenido una visión global y amplia de los principales movimientos turísticos, tratando de anticipar tendencias y grandes revoluciones» – comenta Serena Valle, CEO de la agencia – «Este impulso natural para una comprensión más amplia de los paradigmas de viaje a nivel internacional coincide perfectamente con las posibilidades que ofrece Mabrian, que ya está colaborando con la oficina española del Grupo «. Con referencia al mercado italiano, Martina D’Aguanno, Gerente General de Interface Tourism Italy, subraya cómo “Gracias al análisis de Big Data turístico disponible en la plataforma, la oficina italiana ampliará sus capacidades estratégicas hacia clientes, socios y prospectos que cada vez interactúan más con continuas solicitudes y evolución de tendencias de los viajeros y que deben responder repentinamente a los nuevos desafíos. Sentimiento, nivel de satisfacción, percepción y posicionamiento, Mabrian nos ofrece todo esto hoy. Solo falta un elemento para completar la ecuación que cierra definitivamente la brecha entre la estrategia y la conversión: el conocimiento del mercado y las mejores palancas de marketing turístico. Y esta es una prerrogativa única de quienes hacen consultoría».

“Italia es un mercado estratégico para Mabrian, ya que es uno de los destinos turísticos más importantes del mundo. Podemos ayudar al sector turístico italiano a tomar decisiones más precisas basadas en el análisis de datos y disminuir el uso de la intuición, como lo hacemos actualmente en más de 10 países. Esto es de particular relevancia en la situación actual, el sector turístico necesita poder contar con más información para una recuperación efectiva de la profunda crisis causada por COVID19 «, dice Carlos Cendra, Director de Ventas y Marketing de Mabrian Technologies.» “Nuestra asociación con Interface Tourism Italia será un factor clave para lograr este objetivo gracias a su amplia experiencia en el mercado turístico italiano. Estoy seguro de que esta colaboración aportará un valor añadido al sector turístico en Italia «.

INTERFACE TOURISM ITALY Durante más de 13 años, Interface Tourism Italy ha desarrollado consultoría estratégica de marketing turístico. En su cartera de clientes, cuenta con colaboraciones con prestigiosos organismos de turismo, incluidos Dubai Tourism, Brand USA, Jerusalem Development Authority y Jamaica Tourism Board, pero también varios socios que eligen constantemente a la agencia como consultora de confianza para la organización de eventos individuales, talleres o ferias. Además de las iniciativas de comunicación dedicadas a las oficinas de turismo internacionales, la agencia colabora con marcas privadas en la industria hotelera, la aviación, el wellness y el lifestyle a través de la oficina de prensa y actividades de relaciones públicas. Además, Interface Tourism Italy ha desarrollado una experiencia específica orientada al mundo del digital travel y el marketing de influencers, con nuevos planes centrados en los medios 2.0.

MABRIAN TECHNOLOGIES: Mabrian es una empresa tecnológica fundada en 2013 y especializada en estructurar, analizar y procesar grandes volúmenes de datos del sector turístico de múltiples fuentes: desde los datos de comportamiento online de los usuarios en relación con un destino (búsquedas, redes sociales, opiniones y comportamiento geo-posicionado), a los datos transaccionales del sector turístico (conectividad aérea, precios de vuelos y hoteles, búsquedas y reservas, y gasto en destino). Galardonada como la mejor solución de marketing y promoción en los Premios Smart Destinations FITUR 2018, la plataforma de inteligencia de viajes de Mabrian es la primera en comprender el comportamiento del viajero durante todo el ciclo de viaje y predecir las dinámicas turísticas en tiempo real.

Origen: Interface Tourism Italy, portavoz de las principales tendencias del mercado gracias a Mabrian Technologies – Big Data for Travel Intelligence

Covid-19: Ante todo, las personas | OMT

Se parte de la transformación #ViajaMañana

El brote mundial de COVID-19 ha llevado al mundo a su paralización, y el turismo ha sido el más afectado de todos los grandes sectores económicos. En un marco de incertidumbre exacerbada, contar con información actualizada y fiable es más importante que nunca, tanto para los turistas como para el sector.

  • cooperando estrechamente con la Organización Mundial de la Salud (OMS), el organismo principal de las Naciones Unidas para la gestión de este brote;
  • garantizando, junto a la OMS, que las medidas de salud se apliquen velando por reducir al mínimo las repercusiones innecesarias en los viajes y el comercio internacionales;
  • posicionándonos en solidaridad con los países afectados; y
  • haciendo hincapié en la resiliencia demostrada por el turismo y prestándonos a apoyar la recuperación.

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Crisis COVID-19. Plan de acción para la recuperación del TURISMO. ACCESO GRATUITO  a nuestra plataforma de Inteligencia Turística. 

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Queremos ayudaros a afrontar los grandes retos actuales y a empezar a pensar en el proceso de recuperación. Hemos tomado la determinación de aportar todo nuestro trabajo y nuestro conocimiento de las dinámicas turísticas a nivel global para ayudar al sector turístico a luchar contra la crisis provocada por el virus COVID-19.

Para ello, ponemos a disposición de todos vosotros un servicio gratuito de suscripción a nuestra plataforma de Inteligencia Turística.
El reto es Global, así que permanezcamos unidos y colaboremos para superar esta situación lo antes posible.  Cuenta con Mabrian Technologies.

Solicita el servicio gratuito dando el máximo detalle a cerca de tu empresa / entidad y del destino/s que te gustaría analizar.

Antes, consulta aquí las condiciones de uso. Contactaremos contigo para confirmarte el acceso.

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Consultoría en Turismo Sostenible y Responsable

Bertoni ConsultoresBertoni / Consultores en Turismo Sostenible es una empresa con capacidad comprobada en: planificación, diseño, desarrollo e implementación de planes estratégicos y proyectos de Turismo, Arquitectura y Urbanismo.

Formada por una red de profesionales especializados, ofrece soluciones innovadoras y eficientes, adaptadas a las necesidades y a las exigencias de los clientes.

Cuenta con experiencia en: planes de turismo sostenible, proyectos de dinamización turística, asesoramiento a empresas, redacción y materialización de proyectos, creación de productos y servicios turísticos, diseño de rutas, circuitos y paquetes turísticos, implementación de procesos y sistemas de calidad, marketing de productos y servicios turísticos, marketing de destinos, sistemas de comunicación, señalética, centros de interpretación y centros de información, programas educativos y programas de gobierno, relevamiento de la información, benchmarking, planes de gestión, promoción y comercialización, creación y gestión de marcas, planes de responsabilidad social corporativa, diseños de páginas web y aplicativos para la gestión del turismo.

Con el poder de su networking, puede abordar (en su totalidad) proyectos de Urbanismo y Arquitectura para el Turismo: hoteles, restaurantes, museos, viviendas unifamiliares y condominios, paradores, instalaciones deportivas y culturales, canchas de golf, senderos, centros de visitantes y centros de interpretación, parques y jardines, proyectos sustentables con certificación GREEN, directrices y planes de ordenamiento y gestión territorial, informes de sostenibilidad económica, ambiental y social, puesta en valor de atractivos y recursos turísticos, evaluación de impactos, planes de responsabilidad social y corporativa, planes de educación y sensibilización, manual de buenas prácticas, recuperación de espacios degradados, decretos, leyes y ordenanzas. #TurismoSostenible

 

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Aspiran convertir a Punta Arenas en la ciudad del turismo científico | La Prensa Austral

Por La Prensa Austral           

viernes 13 de marzo del 2020

Convertir a Punta Arenas en la ciudad del turismo científico, es uno de los desafíos que plantea el informe de diagnóstico urbano integrado elaborado luego de cinco sesiones de “Punta Arenas: la ciudad que queremos”, iniciativa de la Cámara Chilena de la Construcción en conjunto con la Corporación Ciudades.

Se trata de un estudio completo que culmina la primera etapa del proyecto y que incluye los principales desafíos que buscan la creación y construcción de una visión de ciudad en el largo plazo.

En términos generales las prioridades que se plantean en este documento son cuatro: 1) bienestar territorial, entendida como equidad en el acceso a las oportunidades que la ciudad ofrece a sus habitantes; 2) sustentabilidad, para potenciar una mejora en la calidad así como para resguardar los activos medioambientales; 3) un desarrollo económico y social que aproveche las oportunidades que ofrece la cercanía al territorio Antártico, su potencial científico y turístico; 4) una gestión urbana moderna, que permita alcanzar estos objetivos.

Por ejemplo, en el caso del primer desafío proponen la ciudad de los 15 minutos, es decir, que las personas a no más de 15 minutos puedan comprar, estudiar, trabajar, comer, hacer trámites y todas sus actividades cotidianas. El segundo objetivo apunta a la ciudad carbono neutral, que exige reducir las emisiones efecto invernadero, con medidas como mejorar la eficiencia energética de las viviendas; disminuir los desplazamientos producto de un uso más racional del territorio; y fomentar un sistema de transporte sustentable, entre otras. La tercera prioridad habla de la ciudad del turismo científico, en el sentido de aprovechar atributos únicos de Punta Arenas como la cercanía con la Antártica, la existencia del Instituto Antártico Chileno y su relación con la comunidad científica internacional, rutas paleontológicas y parques nacionales. Y el cuarto desafío acopla el concepto de gobernanza digital y participativa, con el fin de implementar mecanismos efectivos de participación para la planificación urbana, que garantice una toma de decisiones informada, ágil y transparente.

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Descubra o perfil dos mochileiros internacionais que visitam o Rio de Janeiro.

A Associação dos Embaixadores de Turismo do Rio de Janeiro e o Portal Consultoria em Turismo realizaram uma pesquisa com 800 mochileiros que visitavam o Rio de Janeiro no período entre 1° e 24 de fevereiro. Os mochileiros foram entrevistados por dez pesquisadores em 11 bairros do estado. A margem de erro fica em torno de 2%.

Associação dos Embaixadores de turismo do Rio de Janeiro e o Portal Consultoria em Turismo realizaram uma pesquisa para saber o perfil do mochileiro no estado

Dos viajantes, 70% eram mulheres e 65% optaram por ficar em hostels. Outras formas de habitação passam por Airbnb (25%), hotéis (6%) e casas de amigos (4%). Segundo a pesquisa, os principais emissores dos mochileiros são Europa (45%), América do Sul (26%) e América do Norte (17%).

Cerca de 85% dos entrevistados estavam fazendo a viagem pela primeira vez, e apenas 3% tinham vindo mais de duas vezes. A grande maioria (86%) disse que pretendia visitar o Rio novamente no futuro, enquanto 14% disse que não voltariam à capital fluminense.

Entre os pontos positivos citados pelos viajantes: metrô (34%), informação turística (28%), população anfitriã (19%), opções culturais gratuitas (12%) e praias (7%). Já os pontos negativos listaram: população de rua (39%), preço dos serviços (34%), limpeza da cidade (16%), rede wi-fi gratuita (7%) e banheiros públicos (4%).

Apenas 7% das pessoas passaram mais de sete dias na capital carioca, enquanto 18% ficaram de seis a dez dias e 75% de três a cinco dias. Com enfoque na faixa etária, 70% das pessoas tinham entre 18 a 25 anos, 22% tinham 26 a 45 anos, e 8% tinham mais de 46 anos.

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Crisis del COVID-19: El sector turístico en Italia se desploma – Big Data for Travel Intelligence

La Seguridad Percibida de los principales mercados europeos cae notablemente, mientras los precios de vuelos y hoteles muestran la falta de demanda.

Italia es el país occidental más afectado por la crisis del COVID-19, con más de 3.000 casos confirmados y más de 100 fallecidos a 5 de marzo. Esta crisis de salud pública está afectando directamente al sector turístico, que se enfrenta a reto sin precedentes.

Desde Mabrian Technologies, consultora especializada en Inteligencia Turística, han realizado un estudio para cuantificar el impacto de esta crisis para el sector en base a diferentes variables: volumen de menciones turísticas relacionadas con el Coronavirus (COVID-19), Índice de Seguridad Percibida con el destino y la evolución de precios de vuelos y de hoteles. El estudio se ha centrado en los principales mercados europeos para Italia: Reino Unido, Alemania, España y Francia.

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El Salvador Turismo: Buscan activar turismo ambiental sostenible

Buscan activar turismo ambiental sostenible

La estrategia esperan implementarla en 11 municipios de Usulután y La Libertad.

Cambio. La iniciativa busca crear una sensibilización en la población para cambiar la cultura de contaminación y sus afectaciones al medio ambiente.

Por Maynor Lovo

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#ElSalvadorTurismoSostenible

Guatemala Turismo Sostenible: El café de Guatemala desafía al cambio climático con turismo sostenible

Una visitante recolecta granos de café durante una excursión para turistas a una finca en Guatemala. EFE/ Esteban Biba
Los productores de café guatemaltecos, la cuarta fuerza de exportación del país, se enfrentan al reto del cambio climático, el uso de los recursos y la economía con nuevas oportunidades de negocio, como la experiencia integral de turismo sostenible semejante a la de los viñedos.

 

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#GuatemalaTurismoSostenible #GuatemalaCafé

Brasil turismo: Mato Grosso aposta no turismo ecológico como preservação do meio ambiente – O Livre

Em Mato Grosso, berço do Pantanal, do Cerrado e da Amazônia, biomas repletos de particularidades, os turistas têm contato direto com a natureza, mais são recepcionados e orientados pelos hotéis sobre as condutas permitidas nas visitações, um meio de preservar ao máximo o ambiente natural.

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Los turistas norteamericanos, los más afectados por la crisis del Coronavirus – Big Data for Travel Intelligence

El impacto negativo en la llegada de turistas a China es obvia, pero no todos los mercados presentan la misma sensibilidad antes esta crisis. Los estadounidenses y los canadienses muestran una mayor caída de demanda que los mercados emisores europeos.

El impacto global que está teniendo el brote de Coronavirus en Wuhan, China está afectando de una manera directa a los flujos turísticos de entrada y salida al país asiático. La coincidencia de la crisis sanitaria y el bloqueo de la conectividad aérea del país (caen un 65% de las conexiones aéreas internacionales) con el año nuevo chino (25 de enero) y la consiguiente semana dorada, ha producido una desplome del turismo emisor chino para todo el mundo.

El impacto está siendo incluso mayor para las entradas de turistas internacionales a China, que han disparado sus cancelaciones y muestran una bajada drástica de la demanda por visitar el país. Desde Mabrian Technologies, hemos querido analizar de manera detallada cuál está siendo el impacto de esta pérdida de confianza por parte de los principales mercados emisores occidentales hacia el país asiático. Para ello, se ha analizado la evolución del Índice de Percepción de Seguridad con el destino y paralelamente, la evolución de la demanda espontánea de estos mercados para el mismo, a través de las búsquedas de vuelos.

El Índice de Percepción de Seguridad (PSI), es un indicador que Mabrian Technologies calcula a partir de la monitorización de las interacciones turísticas en Redes Sociales (Big Data) en relación a un destino, gracias a técnicas de Procesamiento Natural del Lenguaje e Inteligencia Artificial, que les permite captar el sentimiento en relación a aspectos de seguridad, como puede ser una crisis sanitaria.

El análisis se ha centrado en los mercados estadounidense, canadiense, alemán, británico y francés, ya que estos son los cinco mercados occidentales que tenían mayor conectividad aérea programada con China para los próximos meses (de febrero a diciembre 2020).

Del análisis del comportamiento espontáneo de estos mercados tanto en Redes Sociales como en los patrones de demanda por búsquedas de vuelos durante el mes de enero, se desprende que los mercados del norte de América muestran una sensibilidad claramente mayor a la crisis a los mercados europeos analizados.

*Fuente: Mabrian Technologies. Búsquedas de vuelos para viajar a China entre febrero y diciembre 2020 realizadas durante el mes de enero y canalizadas a través de sistemas GDS. PSI calculado a través de las interacciones en Instagram y Twitter.

Tanto estadounidenses como canadienses muestran una intensa caída de demanda en búsqueda de vuelos para China, que claramente supera en intensidad a la caída de su Índice de Percepción de Seguridad (PSI) con el destino. Esto significa que ante una caída de confianza de estos mercados con el destino, el traslado a la caída de demanda es mucho más rápido y directo que a otros mercados, por lo tanto, son mucho más sensibles.

*Fuente: Mabrian Technologies. Búsquedas de vuelos para viajar a China entre febrero y diciembre 2020 realizadas durante el mes de enero y canalizadas a través de sistemas GDS. PSI calculado a través de las interacciones en Instagram y Twitter.

Al analizar la reacción de los mercados emisores europeos, se desprende una sensibilidad menor en cuanto a la caída directa de demanda. Así, se observa que pese a que la caída de la confianza con el destino, a través del índice PSI, es muy acusada, e incluso mayor que la caída de los mercados norteamericanos, la caída de búsqueda de vuelos hacia China no es tan directa. Esto demuestra que el impacto que esta crisis está teniendo para el destino es más intensa en los países norteamericanos, haciendo que el proceso de recuperación de confianza y de demanda sea más lento.

Este tipo de analíticas demuestran la importancia de monitorizar en tiempo real las percepciones y comportamiento de los turistas de manera global a través de herramientas de Travel Intelligence. Sin duda, tanto las autoridades turísticas Chinas, como las aerolíneas o agencias turísticas, se encuentran ante una gestión de crisis profunda para el país, por lo que conocer la sensibilidad de los mercados principales para el destino les permitirá actuar de una manera más eficiente. Como decimos en Mabrian, “la era de la intuición ha acabado”, y es que la disponibilidad actual de datos y su accesibilidad en cuanto a costes, hace imprescindible contar con estas nuevas fuentes de conocimiento turístico.

Por información sobre los servicios de Mabrian, consúltenos. BERTONI CONSULTORES MABRIAN

Presentación del Proyecto para el desarrollo turístico de la micro-región de los Lagos del Río Negro en el Municipio de Paso de los Toros

PRESENTACIÓN DEL PROYECTO DE LOS LAGOS

Técnicos de la Consultora CEPA presentaron en el Centro Cultural ante numeroso auditorio compuesto por autoridades departamentales y locales y actores turísticos y culturales de la región, lineamientos del estudio de pre inversión para alternativas de desarrollo turístico en la microregion de los Lagos del Río Negro.
El objetivo de ese trabajo es la realización de un estudio de factibilidad para el desarrollo de inversiones turísticas y puesta en operación de productos turísticos en la microregion poniendo en valor el patrimonio natural, cultural y productivo de la region con especial énfasis en el aprovechamiento de la cadena de valor asociada a la producción forestal.
Los técnicos hicieron participar a los presentes en un taller que buscó la opinión de validar o rechazar los ejes sobre los que se trabaja, y conocer visiones sobre ofertas, recursos y valores a desarrollar…

 

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